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O que é um carregador portátil para carro elétrico? 10 A, 2,3 kW e porque 3,45 kVA não chega

Publicado a 16.09.2026 · Tempo de leitura 12 min · Pela equipa de produto Voldt®

Potência

2,3 kW a 10 A a partir de uma tomada Schuko normal; até 3,7 kW a 16 A numa tomada e num circuito preparados para isso

Ligação

Ficha Schuko (CEE 7/7), caixa de controlo no cabo, conector Tipo 2 para o carro

Precisa de

Uma tomada Schuko com terra, em bom estado, num circuito que não partilhe com eletrodomésticos grandes

Limite

10 A para o carregamento diário, a corrente que a EDP indica para os cabos de origem; 16 A só numa tomada reforçada ou marcada EV, em circuito dedicado

Nunca

Carregar com extensão, tomada múltipla, adaptador de viagem ou temporizador de tomada

Um carregador portátil para carro elétrico, a que a UVE chama carregador ocasional, é um cabo de carregamento com uma ficha Schuko normal numa ponta, um conector Tipo 2 para o carro na outra e uma caixa de controlo pelo meio. Precisa de uma tomada com terra em bom estado, e de mais nada. O número que conta é 10 A: são 2,3 kW, ou seja, cerca de 10 a 12 quilómetros de autonomia por cada hora ligado à tomada.

Abaixo encontra o que significa o nome, porque é que de uma tomada de 16 A se carrega quase sempre a 10 A e o que diz o Guia Técnico da DGEG, quantas horas e quantos euros custa um carregamento para os carros vendidos em Portugal, porque é que 3,45 kVA de potência contratada não chega, como o carregador portátil se compara com a tomada CEE e com a wallbox, e as regras de segurança para carregar a partir de uma tomada doméstica.

Um carregador portátil na prática: a caixa de controlo está pendurada numa tomada de parede comum e o cabo segue até à entrada de carregamento do carro.

Um carregador portátil na prática: a caixa de controlo está pendurada numa tomada de parede comum e o cabo segue até à entrada de carregamento do carro.

Pontos-chave

Pergunta Resposta curta
O que é um carregador portátil? Um cabo de carregamento Modo 2: ficha Schuko, caixa de controlo, conector Tipo 2. Qualquer carro elétrico com conector Tipo 2 pode usá-lo. Ver a ficha técnica.
Que velocidade de carregamento dá? 2,3 kW a 10 A: cerca de 10 a 12 km por hora, 100 a 125 km numa noite de 10 horas. Ver a tabela de modelos.
Porquê 10 A e não 16 A? Uma tomada Schuko está homologada para 16 A, não para 16 A dez horas seguidas. Os cabos de origem carregam a 10 A; 16 A só numa tomada reforçada ou marcada EV, em circuito dedicado. Ver a secção 2.
Quanto custa um carregamento? Cerca de 5,60 € por uma noite de 10 horas a 10 A, ao preço médio português de 0,243 €/kWh (Eurostat, segundo semestre de 2025, impostos incluídos). Ver a tabela de custos.
É seguro? Sim, numa tomada com terra em bom estado, num circuito pouco carregado. Nunca com extensão nem tomada múltipla. Ver utilização segura.
Carregador portátil ou wallbox? Até cerca de 50 km por dia, o carregador portátil chega. Acima disso, uma wallbox e mais potência contratada. Ver a tabela comparativa.

O que é um carregador portátil para carro elétrico?

Um carregador portátil é um cabo de carregamento Modo 2: uma ficha Schuko, uma caixa de controlo no cabo e um conector Tipo 2 para o carro, com 1,8 a 3,7 kW conforme a corrente que definir.

O nome varia com o fabricante e com a loja: carregador portátil, carregador ocasional, carregador de emergência, carregador Schuko, cabo Modo 2. Em inglês chama-se granny charger, o cabo que se leva a casa da avó, que tem tomada mas não tem wallbox. Trata-se sempre do mesmo aparelho. Segundo a norma IEC 61851-1, Modo 2 significa carregar a partir de uma tomada doméstica normal, com as proteções integradas no cabo e não na parede. Se o seu carro pode usá-lo, veja é o meu VE adequado para carregar numa tomada normal; qualquer carro com conector Tipo 2 pode.

Também existem carregadores portáteis com ficha CEE azul (16 A, monofásica) ou vermelha (trifásica), para parques de campismo, marinas e instalações feitas de propósito. Este artigo trata apenas da versão Schuko: a que entra na tomada que já tem e não precisa de mais nada.

As proteções estão na caixa de controlo, o bloco de plástico a seguir à ficha. É um dispositivo de controlo e proteção integrado no cabo, IC-CPD na sigla, conforme a norma IEC 62752. Antes de deixar passar corrente, verifica se a tomada tem terra. Durante o carregamento vigia a corrente de fuga, incluindo em corrente contínua, e corta assim que a detete. E diz ao carro quanta corrente pode puxar. O carregador de bordo do carro converte a corrente alternada e carrega a bateria; a caixa regula e protege, mais nada.

A corrente de carregamento é a única coisa que escolhe. Um cabo fixo fica num valor, normalmente 10 A. Num carregador regulável é o próprio que escolhe entre 8 e 16 A, conforme a tomada que tem à frente. A ficha Schuko do carregador Voldt® tem ainda um sensor de temperatura: se a ficha aquecer demasiado, o carregador baixa a corrente. A secção 2 explica porque é que a posição mais alta será a que menos vai usar.

Ficha técnica: carregador portátil Voldt® Tipo 2 Schuko

Ligação

Ficha Schuko CEE 7/7 para conector Tipo 2 (IEC 62196-2)

Modo de carregamento

Modo 2 segundo IEC 61851-1, com IC-CPD segundo IEC 62752

Corrente de carregamento

Regulável de 8 a 16 A

Potência

1,8 kW a 8 A, 2,3 kW a 10 A, 3,7 kW a 16 A

Tensão

230 V monofásica

Proteções

Verificação da terra antes do arranque, proteção diferencial de 30 mA AC mais 6 mA DC, proteção contra sobre- e subtensão; sensor de temperatura na ficha que baixa a corrente se a ficha aquecer demasiado

Grau de proteção

IP67 na caixa de controlo e nos conectores

Comprimento do cabo

5, 10, 15 ou 20 m

Instalação necessária

Nenhuma numa tomada com terra em bom estado. A secção 2 explica quando vale a pena um circuito dedicado

Certificação

CE, TÜV

Dica Voldt®

Na primeira noite ligado à tomada, toque na ficha e na tomada passada meia hora a 10 A. Mornas é normal. Tão quentes que não consegue deixar a mão não é: pare e mande verificar a tomada antes de voltar a carregar nela. Uma tomada cansada denuncia-se na primeira hora, se olhar.

Porque se carrega a 10 A numa tomada que pode dar 16 A?

Uma tomada Schuko está homologada para fornecer 16 A, não para os fornecer sem pausa durante dez horas: os cabos de origem carregam a 10 A, como a EDP indica, e 16 A pertencem a uma tomada reforçada ou marcada EV em circuito dedicado, como prevê a secção 722 das RTIEBT.

Um jarro elétrico puxa cerca de 10 A durante três minutos. Uma máquina de secar puxa cerca de 10 A e liga e desliga a resistência. Carregar um carro elétrico é diferente: a carga é constante, o tempo todo que o carro precisar. Uma corrente constante aquece os pinos da ficha, os contactos da tomada e os terminais de parafuso por trás. Uma tomada em bom estado aguenta. Uma tomada exterior com vinte anos e contactos abertos aquece mais, e esse calor acelera justamente o desgaste que lhe deu origem.

Em Portugal o enquadramento é o Guia Técnico da DGEG (3.ª edição, 2023) e a secção 722 das Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão: as tomadas domésticas podem servir o carregamento em Modo 1 ou Modo 2 à corrente declarada pelo fabricante do carregador, e existem tomadas marcadas EV para uso continuado. A UVE, a associação de utilizadores de veículos elétricos, chama ao cabo de origem "carregador ocasional" e recomenda uma tomada reforçada verificada por um eletricista certificado. A EDP indica que os cabos de origem carregam a 10 A e que as unidades portáteis de 32 A exigem uma tomada CEE. Uma instalação fixa exige um instalador certificado pela DGEG e uma declaração de conformidade.

Isto deixa o mapa claro. Com o carregador portátil na tomada de casa, 10 A é a corrente para todos os dias. Os 13 e 16 A fazem sentido só numa tomada reforçada ou marcada EV, em circuito dedicado, e com potência contratada que os suporte. Em qualquer outro lado, deixe o carregador a 10 A.

Ajuste

Voldt®
8 A1,8 kW

Instalação antiga, tomada que partilha circuito, casa de férias ou de familiares cuja instalação não conhece; 3,45 kVA contratados com outros consumos ligados

Mínima carga sobre a tomada

10 A2,3 kW

Uma tomada com terra em bom estado num circuito pouco carregado. O ajuste de todas as noites

Corrente dos cabos de origem (EDP); UVE: carregador ocasional

13 A3,0 kW

Circuito dedicado segundo a secção 722 das RTIEBT, tomada reforçada verificada por eletricista certificado

Guia Técnico da DGEG; RTIEBT 722

16 A3,7 kW

O mesmo, com uma tomada marcada EV ou reforçada declarada pelo fabricante para 16 A continuados; potência contratada de 4,6 ou 5,75 kVA

Guia Técnico da DGEG; RTIEBT 722

Dica Voldt®

Um circuito de tomadas normal está protegido a 16 A. Se carregar a 10 A num circuito onde também estão a arca congeladora da garagem e a máquina de secar, o disjuntor dispara às três da manhã. Quando um carregamento se interrompe vezes sem conta, veja primeiro o que mais está ligado ao circuito, e só depois o carregador; a solução costuma ser outra tomada.

Quanto tempo demora e quanto custa?

A 10 A chegam à bateria cerca de 2 kW: uma noite de 10 horas dá cerca de 20 kWh, 100 a 125 km de autonomia, e custa cerca de 5,60 € ao preço médio português de 0,243 €/kWh (Eurostat, segundo semestre de 2025, impostos incluídos).

A tomada fornece 2,3 kW a 10 A. O carregador de bordo e a bateria transformam parte disso em calor, proporcionalmente mais a baixa potência do que a alta, pelo que chegam às células cerca de 2,0 kW; a tabela parte daí, e de 3,3 kW a 16 A. A maioria carrega de 20 a 80 % e não de vazio a cheio, e é esse o intervalo da tabela. As capacidades são os valores nominais declarados por cada fabricante; de que velocidade de carregamento preciso para o meu veículo elétrico faz a mesma conta para wallbox e postos públicos.

Modelo Bateria, kWh De 20 a 80 % a 10 A De 20 a 80 % a 16 A Uma noite de 10 h a 10 A dá
Dacia Spring 26,8 8 h 5 h De 20 % a cheio
BYD Dolphin Surf 43,2 13 h 8 h 46 %
Renault 5 E-Tech 52 kWh 52 15,5 h 9,5 h 38 %
MG4 Long Range 64 19 h 11,5 h 31 %
Tesla Model Y Long Range (aprox.) 75 22,5 h 13,5 h 27 %
Kia EV3 Long Range 81,4 24,5 h 15 h 25 %

Na prática: um carro de 60 kWh não fica cheio numa noite com o carregador portátil, e também não precisa. Cinquenta quilómetros por dia são 8 a 10 kWh, que a tomada repõe em quatro a cinco horas. A Tesla não publica a capacidade das baterias; os 75 kWh são a estimativa habitual.

Carregamento Energia retirada da tomada Custo a 0,243 €/kWh
1 hora a 10 A 2,3 kWh 0,56 €
Noite de 10 horas a 10 A 23 kWh 5,59 €
Noite de 10 horas a 16 A 37 kWh 8,99 €
De 20 a 80 % numa bateria de 60 kWh (cerca de 41 kWh da tomada) 41 kWh 9,96 €

O preço é o preço médio da eletricidade para as famílias portuguesas no segundo semestre de 2025 segundo o Eurostat, impostos incluídos; o seu contrato decide o valor real, e com tarifa bi-horária a noite fica mais barata. Por quilómetro dá cerca de 5 cêntimos. Para a comparação com os postos públicos, veja porque é que o preço por kWh varia tanto nos postos públicos.

Carregador portátil, tomada CEE ou wallbox: do que precisa?

Abaixo de cerca de 50 km por dia, um carregador portátil a 10 A numa boa tomada cumpre; acima de 60 km, ou se o carro tem de estar cheio todas as manhãs, a wallbox é o passo lógico, com a potência contratada que exige, e a tomada CEE azul fica útil no meio.

Voldt®

Carregador portátil em Schuko

Potência

2,3 kW a 10 A; 3,7 kW a 16 A em tomada e circuito preparados

Autonomia numa noite de 10 h

100 a 125 km

Instalação

Nenhuma numa tomada existente em bom estado. Uma tomada em circuito dedicado é trabalho para eletricista certificado (RTIEBT 722)

Potência contratada

3,45 kVA chegam a 10 A de noite

Custo indicativo 2026

Só o carregador numa tomada existente em bom estado; uma tomada reforçada em circuito dedicado é uma visita de eletricista certificado, tipicamente algumas centenas de euros (guias 2026)

Leva consigo

Sim

Tomada CEE 16 A (azul) + carregador 16 A

Potência

3,7 kW monofásica (IEC 60309)

Autonomia numa noite de 10 h

160 a 200 km

Instalação

Eletricista: tomada CEE em circuito dedicado segundo a secção 722

Potência contratada

4,6 ou 5,75 kVA

Custo indicativo 2026

Tomada CEE em circuito dedicado: o mesmo trabalho de eletricista, algumas centenas de euros (guias 2026), mais um carregador de 16 A

Leva consigo

Sim, onde houver tomada CEE: campismo, marina

Wallbox 7,4 kW

Potência

7,4 kW monofásica (32 A)

Autonomia numa noite de 10 h

A maioria das baterias de 20 a 80 % em 5 a 7 horas

Instalação

Instalador certificado pela DGEG, declaração de conformidade

Potência contratada

10,35 kVA; acima de 6,9 kVA perde-se o IVA reduzido nos primeiros 200 kWh por mês

Custo indicativo 2026

Wallbox instalada: 800 a 2.000 € em moradia, equipamento e instalação incluídos (Caetano, junho de 2026); em 2026 o apoio do Fundo Ambiental destina-se a condomínios

Leva consigo

Não

A coluna do meio é a que se esquece. Uma tomada CEE azul de 16 A (IEC 60309) em circuito dedicado dá 3,7 kW, 60 % mais do que o carregador portátil a 10 A, pelo custo de uma tomada e de um circuito, e o mesmo carregador de 16 A funciona no campismo e na marina. A relação entre monofásico e trifásico por trás da coluna da wallbox está em carregamento monofásico vs trifásico, 16 A vs 32 A; a decisão da wallbox em si está em carregador móvel Tipo 2 ou wallbox fixa. Uma wallbox com tomada também precisa do seu próprio cabo de carregamento Tipo 2.

O que a sua potência contratada permite:

Potência contratada

Voldt®
3,45 kVA10 A (2,3 kW) só de noite, com o resto da casa quase desligado; 16 A não cabe

10 A (2,3 kW) só de noite, com o resto da casa quase desligado; 16 A não cabe

4,6 kVA10 A com margem; 16 A (3,7 kW) de noite

10 A com margem; 16 A (3,7 kW) de noite

5,75 kVA16 A ao lado do consumo normal

16 A ao lado do consumo normal

6,9 kVA16 A com folga; acima de 6,9 kVA perde-se o IVA reduzido nos primeiros 200 kWh por mês

16 A com folga; acima de 6,9 kVA perde-se o IVA reduzido nos primeiros 200 kWh por mês

10,35 kVAWallbox de 7,4 kW monofásica

Wallbox de 7,4 kW monofásica

Para a pergunta do melhor carregador portátil, estas são as linhas da ficha técnica que fazem a diferença:

O que compara

Voldt®

Corrente regulável

Para adaptar o carregador à tomada: 8 A em casa da família, 10 A em casa, 16 A num circuito preparado

Regulável de 8 a 16 A, fácil de mudar

Proteções na caixa de controlo

A verificação da terra e o diferencial com deteção de contínua são o que torna seguro carregar numa tomada

IEC 62752 citada na ficha; Modo 2 segundo IEC 61851-1; 30 mA AC mais 6 mA DC

Sensor de temperatura na ficha

O desgaste da tomada sente-se como calor na ficha

Um sensor que reduz a corrente de carregamento

Grau de proteção

Caixa e conectores ficam ao ar livre

IP67 na caixa e nos conectores

Comprimento

Curto de mais significa extensão, a única coisa que não se faz

Meça da tomada à entrada de carregamento com o carro estacionado como o estaciona de verdade, e junte um metro

Certificação e garantia

A prova de que outra entidade o ensaiou

CE e TÜV; garantia de vários anos

A sua situação, o nosso conselho

Conselho

Voldt®

Menos de 50 km por dia, uma boa tomada exterior, e estaciona ao lado

Carregador portátil a 10 A, ligado todas as noites. Sem instalação

Vive em casa arrendada, ou a wallbox não é opção

Um carregador portátil já. Se o senhorio aceitar, uma tomada em circuito dedicado depois

60 km por dia ou mais, ou dois carros elétricos

Wallbox e potência contratada adequada; o carregador portátil fica na bagageira para viagens e visitas

Carrega em casa de familiares, em casa de férias ou no campismo

Carregador a 8 ou 10 A, tomada verificada antes, nunca extensão; no campismo a partir da tomada CEE do lugar

O nosso veredicto

Um carregador portátil a 10 A numa boa tomada é uma solução completa de carregamento em casa para quem faz poucos quilómetros, e uma reserva sensata para todos os outros. Não o compre para o usar com extensão, e não o ponha a 16 A numa tomada que não está em circuito dedicado: essa posição é para um circuito e uma tomada que o eletricista aprovou, e para mais nenhuma. Acima de 60 km por dia, instale a wallbox e guarde o carregador portátil na bagageira.

Dica Voldt®

Se a sua tarifa tem período de vazio, programe o carregamento no carro, nunca com um temporizador de tomada entre a tomada e o carregador. O temporizador é mais um par de contactos a levar 10 A durante horas, e corta a corrente sem avisar o carro.

Utilização segura e garantia

  • Carregue a partir de uma tomada Schuko com terra, em bom estado, num circuito pouco carregado. Se não conhece a idade ou o estado da instalação, mande-a verificar por um eletricista certificado antes da primeira noite.
  • Nunca use extensão, tomada múltipla nem adaptador de viagem, e nunca ligue extensões em série: não foram feitas para horas a 10 A, com risco de incêndio e de choque. Se o cabo não chega, mude o carro ou a tomada. Pode estender um cabo de carregamento EV trata a mesma pergunta do lado Tipo 2.
  • Não ponha outros eletrodomésticos grandes no mesmo circuito enquanto carrega, e com 3,45 kVA contratados conte com o disjuntor de entrada a disparar se passar do limite.
  • Deixe o carregador a 10 A em qualquer tomada que não esteja em circuito dedicado segundo a secção 722 das RTIEBT e verificada para uso continuado.
  • Pare o carregamento e mande verificar a tomada se a ficha, a tomada ou a caixa ficarem quentes de mais para segurar, cheirarem a plástico quente ou mudarem de cor.

Os carregadores portáteis Voldt® são certificados CE e TÜV e classificados IP67, com 3 anos de garantia e 100 dias para devolução. As condições da garantia e as exclusões constam em detalhe na página de garantia e reclamações.

O carregamento para ou não arranca: causas e soluções

A maioria das interrupções numa tomada doméstica deve-se ao calor, a um circuito partilhado ou à falta de terra; a tabela associa cada sintoma à sua solução.

A caixa de controlo indica falha de terra e não arranca+

Causa provável: Tomada sem terra, ou condutor de terra interrompido

Solução: Experimente outra tomada; mande verificar a primeira por um eletricista. Nunca contorne a verificação da terra

O carregamento para ao fim de uma ou duas horas, disjuntor disparado+

Causa provável: Circuito partilhado com um eletrodoméstico grande, ou disjuntor antigo

Solução: Outra tomada num circuito menos carregado, baixe para 8 A e peça ao eletricista um circuito dedicado

O carregamento para de noite, o disjuntor de entrada disparou+

Causa provável: Potência contratada ultrapassada pela soma dos consumos

Solução: Desligue outros consumos ou baixe para 8 A; pondere passar para 4,6 ou 5,75 kVA

O carregamento para de noite, diferencial disparado+

Causa provável: Humidade na ficha ou na tomada, ou avaria de outro aparelho no mesmo diferencial

Solução: Seque e inspecione ficha e tomada; use uma tomada exterior com tampa; se se repetir, mande medir a instalação

O carro mostra carregamento programado e não arranca+

Causa provável: Hora de partida ou programação de vazio definida no carro

Solução: Menu de carregamento > carregar agora (ou apagar a programação), e volte a ligar o cabo

O carregador vai a 8 A apesar de ter definido 10 ou 16 A+

Causa provável: O sensor da ficha baixou a corrente porque a ficha estava a aquecer demasiado

Solução: Deixe a ficha arrefecer e verifique a tomada; uma tomada que aquece a ficha de cada vez tem de ser substituída

Ficha ou tomada quentes+

Causa provável: Contactos gastos ou terminal solto por trás da tomada

Solução: Pare. Substitua a tomada antes de voltar a carregar nela

Equipa de produto Voldt®

Equipa de produto Voldt®, desenvolvimento de produto e apoio

Desenvolve os carregadores portáteis e os cabos de carregamento Tipo 2 Voldt®, concebidos e fabricados na Europa, e responde às perguntas técnicas que chegam ao apoio Voldt®.

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Perguntas frequentes sobre o carregador portátil

O cabo que veio com o meu carro é um carregador portátil?+

Quase sempre, sim. A maioria dos fabricantes entrega um cabo Modo 2 com ficha Schuko, muitas vezes fixo a 10 A e às vezes a 8 A. Um carregador regulável à parte permite-lhe deixar um em casa, levar outro no carro e escolher a corrente que a tomada à sua frente pede.

Posso usar uma extensão robusta de exterior com terra?+

Não. Uma extensão acrescenta uma segunda passagem ficha-tomada a levar 10 A durante horas, e é aí que nasce o calor. O dinheiro de uma extensão robusta fica melhor investido numa tomada exterior bem instalada.

Posso deixá-lo a carregar toda a noite sem vigilância?+

Sim, a 10 A numa tomada com terra em bom estado, num circuito pouco carregado, com ficha e tomada protegidas da chuva. Controle a temperatura da ficha e da tomada nos primeiros carregamentos; depois, trate-o como qualquer outro aparelho que trabalha de noite.

O carregamento lento estraga a bateria?+

Não. O carregamento lento em corrente alternada gera pouco calor na bateria. O calor e o desgaste das células vêm sobretudo do carregamento rápido em corrente contínua, e vários fabricantes de automóveis recomendam no manual do veículo a corrente alternada para o dia a dia e o carregamento rápido para as viagens.

Funciona com chuva e gelo?+

A caixa de controlo e os conectores são IP67 e aguentam a chuva. O ponto fraco é a tomada: use uma tomada exterior com tampa que feche sobre a ficha, e mantenha a ficha fora de poças. O gelo não afeta o carregamento; um cabo congelado numa poça é outra história.

Posso usá-lo em Espanha ou em França?+

Em Espanha, Alemanha e Países Baixos sim: a tomada é a mesma Schuko. Em França, na Bélgica e na Polónia a tomada é do tipo E, com o pino de terra na própria tomada; a ficha híbrida CEE 7/7 do carregador Voldt® tem o orifício para ele e entra fazendo terra, enquanto uma Schuko pura CEE 7/4 não entra. Em França vigora em casa o limite de 8 A na tomada doméstica (Décret 2017-26): ponha o carregador a 8 A.

Posso usá-lo no campismo?+

No campismo carrega-se a partir da tomada CEE azul do lugar, com um carregador com ficha CEE, ajustando a corrente ao que o parque permite: os lugares estão muitas vezes protegidos a 6 ou 10 A. A tomada Schuko do bloco sanitário não foi pensada para isso.

Preciso de uma wallbox inteligente para aproveitar a tarifa bi-horária?+

Não. A bi-horária fatura por horário, e a programação do carro faz o carregador portátil arrancar e parar dentro do período de vazio. O que precisa é de um contador inteligente, que a E-Redes já instalou na maioria das casas.